Mais uma arte da guerra

A determinação conduz-me a seguir,
a arte que alimenta a forma interna,
ostenta moral que exterioriza
eu vivo a beleza da guerra.

Aqueles que encontram,
a glória na morte em combate,
sempre necessitou do orgulho,
de ter morrido com coragem.

Viver pusilânime não importa,
é digno estar em combate,
é tão sereno ver minha lamina zunindo,
jorrando sangue ao meu lado.

É calmo estar em campo,
o inimigo sempre chega ao seu limite,
a tristeza começa a surgir
quando a guerra chega ao fim.

Um dia me perguntou,
como eu agüentava ver a destruição,
olhei nos olhos daquele homem,
disse que aquilo era minha paixão.

Eles com certeza me abominam,
por adotar uma forma pungente,
trivial é gozar suas vidas,
estagnado na idéia antagônica.

Sua paz não existe,
sem a guerra pra equilibrar,
viver de forma pacifica,
é utópico sem lutar.

(Lord Sartes)

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